A recente controvérsia conhecida como “Malas de Cartão”, envolvendo um deputado eleito pelo círculo dos Açores, traz à tona a necessidade de refletir sobre a ética na representação política e o compromisso com a integridade no exercício de cargos públicos, porque este episódio não deve ser entendido como um incidente isolado, mas como um alerta para a responsabilidade colectiva de todos os representantes eleitos e representantes partidários, em honrar, com dignidade e respeito, a confiança depositada pelos eleitores.
A decisão do líder do partido CHEGA, André Ventura, e da direcção nacional em excluir o deputado em questão do grupo parlamentar revela um posicionamento firme e necessário, medida essa demonstrativa que não há espaço para desvios éticos ou actos de indisciplina partidária divisionárias dentro do partido, preservando, assim, a integridade do projecto político e nos princípios que sustentam a sua actuação.
A ética e a responsabilidade são pilares essenciais para aqueles que abraçam a causa do CHEGA, é imperativo que os representantes do Partido CHEGA, em todo o País, mantenham um compromisso inabalável com a transparência, a honra e o carácter, em respeito aos eleitores e Militantes que confiaram neles e no Partido para defender os seus interesses e valores.
Este episódio deve servir como um marco para reafirmar que a disciplina partidária e o respeito pela hierarquia interna são elementos fundamentais na construção de uma força política coesa e alinhada com os seus princípios, onde o CHEGA permanece firme no seu propósito de assegurar que todos os seus Militantes e representantes eleitos ajam em conformidade com os mais elevados padrões éticos, colocando o interesse público acima de quaisquer interesses pessoais.
A integridade não é apenas uma exigência, mas um compromisso inadiável para com todos os cidadãos que acreditam e apoiam este projeto político.
Foi esta a nota que o Partido Chega enviou para a nossa redação.















